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Prefeitura de Caarapó compra UTI Móvel
31 de julho de 2015 às 11:16
Veículo foi adquirido com recursos viabilizados pelos deputados estaduais Zé Teixeira (DEM) e Takimoto (PDT) e pelo ex-deputado Londres Machado (PR)
 
Foto: Dilermano Alves O prefeito Mário Valério, vereadores e outras autoridades durante a entrega oficial da UTI Móvel, em Caarapó
O prefeito Mário Valério (PR) acaba de incorporar à estrutura física da rede municipal de saúde de Caarapó mais uma ambulância nova. Na verdade, não é apenas um veículo do tipo ambulância comum, mas uma UTI Móvel.
 
 O veículo – marca Mercedes Benz furgão zero km transformado em ambulância UTI D Suporte Avançado – foi adquirido com recursos viabilizados pelos deputados estaduais Zé Teixeira (DEM) e George Takimoto (PDT) e pelo ex-deputado estadual Londres Machado (PR) mediante emenda parlamentar consignada no orçamento da Secretaria de Saúde de Mato Grosso do Sul em 2014. Os recursos somaram R$ 187 mil, sendo R$ 170 mil do Estado e R$ 17 mil da prefeitura, aportados a título de contrapartida.
 
No ato de entrega do veículo, ocorrido na manhã de quinta-feira (30), o prefeito Mário Valério destacou a atuação parlamentar dos autores da emenda junto ao Governo do Estado. “As parcerias com os nossos deputados têm rendido bons frutos, como é o caso dessa ambulância que estamos entregando e que vai melhorar os atendimentos de transporte dos casos de urgência e emergência”, disse o prefeito, observando ainda a atuação decisiva da Câmara de Vereadores, “cujos representantes têm demonstrado compromisso com o município, honrando a confiança que a população de Caarapó depositou neles”.
 
Com exceção dos vereadores Manoel Batista de Souza (DEM), o Manezinho, e Manoelito Félix de Oliveira, o Bagaceira (Sem Partido), que cumpriam agenda em outro evento, todos os demais vereadores participaram da entrega da ambulância ao lado do prefeito Mário Valério, da vice-prefeita Marinalva de Souza Farias da Costa (DEM), do secretário de Saúde Ivo Benites, do secretário de Serviços Urbanos, Jorge Tadeu Lopes, do secretário de Administração e Finanças, José Cláudio Conegliana, e do chefe de gabinete Luiz Bariani.
 
Saúde como prioridade
Durante a atual gestão, a área de Saúde é tida e tratada como prioridade. Desde 2013, primeiro ano da gestão do prefeito Mário Valério, os recursos para esse setor estão sendo ampliados.
 
No ano passado, foram investidos R$ 16,9 milhões na saúde pública em Caarapó. Na comparação com o ano de 2012, os investimentos na área de saúde subiram 37,1%. Dois anos atrás, as despesas com saúde somaram R$ 12,37 milhões. Em 2013, primeiro ano da gestão do prefeito Mário Valério, os gastos em saúde já haviam subido para R$ 15,44 milhões, culminando nos R$ 16,9 milhões em 2014. Para este ano, o orçamento municipal prevê investimentos em saúde que se aproximam de R$ 20 milhões.
 
Os números apurados indicam que o município gasta próximo de 30% com a saúde da população local, praticamente o dobro do que a lei exige, que é de 15% da receita líquida municipal.
 
Outro dado: a atual administração ampliou o quadro de médicos para atender a estrutura da rede municipal de saúde. Foram contratados oito novos profissionais das mais diversas especialidades. Além disso, a frota de veículos da Secretaria de Saúde foi reforçada com a aquisição de ambulâncias novas e carros de apoio.
 
A Secretaria Municipal de Saúde de Caarapó reforçou o estoque de medicamentos colocados à disposição dos usuários dos serviços de saúde do município. Desde 2013 – primeiro ano da administração do prefeito Mário Valério -, a prefeitura compra remédios fora da lista obrigatória para complementar a relação de medicamentos da farmácia básica. De acordo com o secretário municipal de Saúde, Ivo Benites, 137 itens compõem a lista obrigatória. Porém, a prefeitura compra com recursos próprios outros 81 medicamentos fora dessa relação, totalizando 218 tipos de medicamentos disponibilizados através da farmácia básica localizada no Posto de Atendimento Médico (PAM).
A prefeitura realiza ainda a compra de remédios das farmácias locais de 237 itens de medicamentos com recursos próprios, que são fornecidos mediante avaliação de um serviço social e de outros técnicos, através de um plano municipal. Esse plano contempla o atendimento de pessoas consideradas de baixa renda, principalmente os portadores de doenças que requerem tratamentos com medicamentos não estabelecidos pelo Ministério da Saúde na Farmácia Básica. Todos os medicamentos adquiridos e fornecidos aos pacientes somam 455 itens.
 
No início deste ano, o prefeito Mário Valério inaugurou o prédio da Estratégia de Saúde da Família  Núcleo V, construída na Avenida XV de Novembro, na Vila Planalto. A unidade de saúde atende famílias residentes na parte sul da Vila Planalto, parte norte da região central de Caarapó, os bairros Capitão Vigário I e II, Distrito Industrial, Jardim Campo Dourado e a Vila industrial, onde residem 3,7 mil habitantes que integram 1,2 mil famílias, numa área de 1,7 km².
 
A unidade de saúde oferece consultas médicas, atendimento odontológico, consulta de enfermagem, imunização e programas de saúde que englobam todas as idades, dentre outros procedimentos da atenção básica.
 

 
Mário Valério confirma fechamento da prefeitura de Caarapó no próximo dia 10
30 de julho de 2015 às 12:47
O prefeito Mário Valério: queda dos repasses dificultam ações do Poder Público - Foto: Dilermano Alves
A prefeitura de Caarapó vai fechar as portas no dia 10 de agosto. De acordo com o prefeito Mário Valério (PR), que confirmou a adesão do município à manifestação contra a crise financeira que se agrava a cada dia que passa em decorrência da política econômica do País, a situação está se tornando “insustentável”.
 
“Tivemos a confirmação da queda de 26% do FPM neste mês de julho, em relação ao mês passado, o que vai dificultar ainda mais as nossas ações no campo administrativo”, disse o prefeito de Caarapó, que não vê perspectivas de melhoras no curto prazo.
 
A Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul) – que convocou a paralisação das prefeituras - informou que os prefeitos vão lançar uma campanha de esclarecimento à população durante o movimento municipalista marcado para o próximo dia 10, no estacionamento instituição, em Campo Grande.
 
De acordo com reportagem do jornalista Willams Araújo, publicada no portal da Assomasul, a ideia é encontrar uma fórmula de driblar a crise e traçar uma estratégia visando transmitir à população qual a responsabilidade de cada poder. Após o dia do lançamento, que cairá numa segunda-feira, os prefeitos darão sequência à campanha de esclarecimento, distribuindo cartazes e panfletos e concedendo entrevistas à imprensa em suas regiões.
 
Os gestores públicos não querem, na prática, serem vistos como únicos culpados pela situação por qual passam as prefeituras no momento por falta de dinheiro, sobretudo, devido à queda da receita que tem dificultado os investimentos prioritários.
 
O presidente da entidade, Juvenal Neto (PSDB), reconhece que a situação está difícil para todos, mas acha que é importante divulgar para a população quais as obrigações constitucionais de cada  ente federado (governo estadual, governo federal e municípios) para que a culpa não recaia apenas nos prefeitos.
 
Segundo ele, além dos problemas nas áreas de educação e saúde, que são considerados o grande gargalo da administração pública, os gestores enfrentam hoje outro grande problema que é a falta de dinheiro para contrapartidas dos programas federais.
 
“O governo passa o mel na boca dos prefeitos e depois tira”, reclamou Juvenal Neto, referindo-se aos programas sociais do governo federal que, segundo ele, estabelece prioridades, mas não indica a fonte de recursos para o custeio. 
 
O dirigente, que recentemente esteve em Brasília participando de reunião da CNM (Confederação Nacional de Municípios), considera uma das piores crises da história do País, observando, por exemplo, que para se manter uma equipe do PSF (Programa Saúde da Família) são necessários R$ 50 mil por mês, mas o governo federal só repassa R$ 10 mil.
 
“Uma  merenda escolar de qualidade custa R$ 2,30 a refeição por aluno, mas o governo federal só repassa 30 centavos, então como você fecha essa conta?”, questionou Juvenal Neto, ao apontar outras deficiências da administração pública por conta do cenário econômico atual.
 
 
 
SAÚDE E EDUCAÇÃO
 
De acordo com o presidente da Assomasul, o grande problema é que os prefeitos trabalham na expectativa orçamentária dentro de cada exercício financeiro, mas são obrigados a gastar mais do que dispõem em caixa porque o governo federal cria os programas sociais e não indica a fonte de recursos. Ou seja, as contrapartidas são o grande vilão dos gestores públicos.
 
Juvenal Neto atesta que, apesar da falta de recursos, as prefeituras hoje investem mais do que deveriam na educação e na saúde com dinheiro da receita própria. 
 
“Hoje, os municípios gastam entre 25% e 30% com a saúde e entre 45% e 50% com a educação, ou seja, estão gastando o dobro. Esse que é o problema, você tira dinheiro dos investimentos e do custeio. Apenas 5% dos gastos com a saúde são pagos pelo governo federal”, destaca.
 
FPM
 
O repasse do FPM nos meses de junho e julho deste ano registrou um prejuízo de R$ 28% em relação a maio, o que representa um grande impacto principalmente para as prefeituras menores.
 
Primeiro, a presidente cortou R$ 69,9 bilhões do Orçamento e recentemente anunciou um corte de mais R$ 8,6 bilhões de despesas no Orçamento deste ano. O corte passou de R$ 69,9 bilhões para R$ 79,4 bilhões.
 
O que acontece é que muitos prefeitos licitaram e até iniciaram obras em seus municípios e são obrigados a deixá-las paralisadas porque o governo federal não honra os compromissos, causando transtornos à população.  “Temos enfrentado uma pressão muito grande, porque os problemas estão nos municípios. São R$ 35 bilhões do governo federal que estão atrasados para conclusão de obras e serviços”, concluiu o presidente Juvenal Neto.
 

 
Prefeitura de Caarapó recupera estradas
27 de julho de 2015 às 08:27
O prefeito Mário Valério, o presidente da Câmara. Luiz Macarrão, e o secretário Odenilson Romeiro vistoriam a execução de obras em estrada de Caarapó - Foto: Dilermano Alves
As últimas chuvas que atingiram a região de Caarapó danificaram consideravelmente as estradas do município. Por essa razão, o prefeito Mário Valério (PR) determinou a execução de um plano emergencial para recuperar as vias de escoamento da produção agropecuária, de modo a atender o homem do campo.
 
Em recente vistoria aos serviços em execução na zona rural pela Secretaria Municipal de Obras, o prefeito Mário Valério observou que algumas estradas precisam da atenção da prefeitura. “Não vamos deixar o produtor na mão. O nosso secretário de Obras já está orientado no sentido de fazer os serviços necessários”, destacou o prefeito.
 
Mário Valério, na companhia do presidente da Câmara de Vereadores, Luiz Macarrão (DEM) e do secretário de Obras, Odenilson Romeiro, vistoriou os serviços na estrada que demanda ao Rio Piratini, via aeroporto, que está recebendo obras de levantamento da pista, patrolamento e encascalhamento. “Esse é um pedido nosso que o prefeito prontamente atendeu”, observou Luiz Macarrão, destacando a parceria com os proprietários da região. “Intermediamos essa parceria com os produtores locais, que estão fornecendo a pedra para o encascalhamento e estão retirando as cercas laterais para facilitar a execução das obras”, relatou.
 
O prefeito Mário Valério é presença constante na zona rural. Nos últimos dias, até por conta da ação das últimas chuvas, o dirigente caarapoense tem vistoriado quase que diariamente a zona rural. “Precisamos dar uma atenção especial ao homem do campo, pois afinal é ele que produz o alimento para o sustento da nossa sociedade”, destacou o prefeito de Caarapó. Além de recuperar as estradas, a nos últimos dois anos foram construídas ou reformadas sete pontes na zona rural.  
 
Zona urbana
Paralelamente às obras na zona rural, a prefeitura de Caarapó mantém um atendimento constante na zona urbana. Recentemente a Secretaria de Obras e Serviços Urbanos executou um plano de recuperação das ruas da sede do município, mediante o patrolamento e encascalhamento dos pontos críticos de algumas vias urbanas.
 
O prefeito Mário Valério explicou que a prefeitura possui projetos para asfaltar todos os bairros da cidade. Para viabilizar as obras, o dirigente caarapoense está recorrendo ao governo federal, com intermediação dos parlamentares de Mato Grosso do Sul no Congresso Nacional, como ocorreu recentemente, quando Mário Valério viajou a Brasília atrás de recursos.
 
A administração municipal de Caarapó encaminhou uma série de demandas aos deputados federais e senadores de Mato Grosso Sul, com destaque para obras de drenagem e pavimentação asfáltica em todas as regiões da cidade e distritos de Cristalina e Nova América. Conforme o prefeito, a intenção é aprovar recursos para obras de infraestrutura em todos os bairros. “Para isso, estamos constantemente em Brasília, debatendo as demandas com os nossos parlamentares, que têm dado uma resposta satisfatória em relação aos nossos pedidos”, disse Mário Valério.
 
Entretanto, o corte de recursos no Orçamento da União recentemente anunciado pelo governo federal tem dificultado a execução de obras nos municípios de pequeno porte - como é o caso de Caarapó – que sofrem com a queda de arrecadação. “Com a ajuda dos nossos parlamentares, certamente vamos conseguir superar esses obstáculos e realizar as obras que a população tanto anseia e necessita”, concluiu Mário Valério.
 

 
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